quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

VÃO OS JUSTOS MORAR NO CÉU

Vão os Justos Realmente Morar no Céu?
Apocalipse 21:1-8
 
A maior ansiedade dos religiosos, ou pelo menos da grande maioria, é um dia ser trasladado aos Céus, onde Deus habita e tem Seu trono, e lá passar algum tempo ou mesmo a eternidade. Seria isto possível? Haveria algum respaldo bíblico a sustentar esta teoria? Muitos acham que sim e se valem de certas passagens bíblicas para se apoiarem. No entanto, é mister que se examine tais textos com muito temor e cuidado. Não podemos esquecer que não se toma um versículo isolado de seu contexto. A interpretação correta das Escrituras é aquela em que os versículos se harmonizam com a inspiração de todo o capítulo ou assunto tratado.

De onde, na verdade, procede a ideia de se morar por algum tempo ou eternamente no Céu? Certamente que não vem das Escrituras. A história nos fala dos homens, denominados filósofos, que criaram ou introduziram na religião romana papal a ideia de se morar no Céu. O povo de Israel nunca creu nisto. Bertrand Russel em “História da Filosofia Ocidental” diz: “O Deão Inge, em seu valioso livro sobre Plotino, ressalta acertadamente o que o cristianismo lhe deve. O platonismo - diz ele - é parte da estrutura vital da teologia cristã, com a qual nenhuma outra filosofia, ouso dizê-lo, poderia funcionar sem atritos. Há, diz, uma extrema impossibilidade de extirpar-se o platonismo do cristianismo, sem o que o cristianismo se faça em pedaços." Assinala que Santo Agostinho se refere ao sistema de Platão como o “mais puro e brilhante de toda a filosofia”. Santo Agostinho é tido como um dos maiores mestres da religião papal. Recomendamos que se pesquise o assunto de morada no Céu e imortalidade da alma em obras que versem sobre as ideias dos antigos filósofos gregos. Muitas surpresas!

1. Qual era a esperança de Israel e dos apóstolos quanto à vinda do Messias?
Em nenhum momento os apóstolos e demais israelitas manifestaram crença de um reino ou morada no Céu com o Messias. Lc. 1:67-75: Uma libertação literal dos inimigos e uma era de paz. Lc. 24:21: Desapontados, pois esperavam já o reino messiânico. Lc. 19:11; Jo. 6:14: Achavam que o reino seria implantado imediatamente. At. 1:6-8: Jesus declara a missão da Igreja antes do estabelecimento do reino.

2. Podemos encontrar nas Escrituras vestígios da intenção de se morar ou alcançar o Céu?
A primeira intenção de que temos notícia foi a dos seguidores de Ninrode, em Babel, na terra de Sinar (Região entre os rios Tigre e Eufrates, mais tarde denominada Babilônia), que elaboraram um projeto de edificar uma cidade com uma torre que tocasse os Céus. Deus não aprovou tal arrogância e lhes confundiu as línguas, paralisando a obra (Gn. 10:8-10; 11:1-8). Tal qual a idolatria e seu culto ao deus-sol, a teoria de uma ida ao Céu também tem suas raízes em Babilônia.

3. Que personagem planejava não só subir ao Céu, bem como lá estabelecer seu trono e se tornar semelhante ao Deus Altíssimo?
Satanás teve este plano e daí pode ter saído a inspiração para os pagãos inventarem uma recompensa totalmente estranha às promessas das Escrituras (Is. 14:13 e 14).

4. Que lugar, segundo as Escrituras, é destinado aos homens justos?
Nunca foi prometido o Céu a ninguém. Os mansos herdarão a Terra e os ímpios dela serão desarraigados (Mt. 5:5; Sl. 37:3, 9-11, 18-20, 22, 29, 34; 10:16; 52:5; Pv. 2:21 e 22; 10:30). Na vinda de Jesus, os habitantes dentre os homens que sobreviverem à grande destruição se converterão e buscarão ao Senhor.
As promessas a Abraão implicam num reino aqui na Terra (Rm. 4:13; Gn. 12:1-3, 7; 13:14-17), e é isto que os gentios convertidos igualmente herdarão (Gl. 3:29).

5. Afinal, o que vem a ser o Céu?
O Céu é o trono de Deus (At. 7:49; Is. 66:1; Sl. 11:4; Hc. 2:20). Jesus o confirma proibindo o juramento (Mt. 5:34 e 35) e revelando, inclusive, que Jerusalém terrena é a cidade do grande Rei. Aí vemos a arrogância dos homens!

6. Não disse Jesus em João 14:2 e 3 que na Casa do Pai havia muitas moradas e que os salvos serão trasladados para a santa cidade?
Na verdade, Jesus disse que na Casa do Pai havia muitas moradas e que Ele tinha que lá comparecer, mas não disse que iríamos para o Céu. Se nós entendemos que estas moradas se referem à santa Jerusalém Celestial, convém examinar Ap. 21:1-4, onde constataremos que esta cidade vai descer do Céu depois do Milênio, depois que a Terra estiver totalmente renovada. E notaremos, inclusive, que nela não há homens. Sim, depois que descer é que será a habitação de Deus com os homens. João 14, na verdade, é uma continuação do capítulo 13, onde Jesus dialogava com os Seus discípulos sobre Sua separação. Este diálogo os entristeceu, e Jesus os alentava, instando-os a seguirem firmes; que não estariam órfãos e que Ele voltaria para estar novamente com eles. Eles não sabiam sequer para onde Jesus iria. Como poderiam então ter uma crença de uma morada no Céu?

7. Como compreender as passagens que parecem dizer que o Céu é o lar dos remidos?
Notem que todas as passagens que falam de uma cidade, pátria nos Céus, não dizem que vamos habitar lá. Reino dos céus está correto e é diferente de Reino nos céus. Repetimos: a Nova Jerusalém só vai abrir suas portas e ser habitada pelos homens depois do Milênio, quando ela vier para a Terra e Jesus entregar o planeta totalmente purificado ao Pai (I Co. 15:24-28; Ap. 21:1).

Lição 02 - Ocupando já os Lugares Celestiais
Texto Básico: II Pedro 1:10-21 // Verso Áureo: Hebreus 12:22

INTRODUÇÃO DA LIÇÃO
O homem de Deus já ocupa uma gloriosa posição de destaque. Embora não reconhecido no presente século, o povo de Deus vive o Reinado Espiritual da Graça atuando como nação sacerdotal que anuncia ao mundo as boas novas do Reino de Deus. Sim, mui em breve o Messias Jesus virá assumir o comando do planeta e estabelecer um Reinado literal de paz e justiça sobre a Terra, no objetivo de levá-la de volta às origens, ao paraíso edênico (Jr. 23:5; Is. 11:9; Ez. 36:35 e 36).

QUESTIONÁRIO
1. Qual era nossa situação antes de aceitarmos o plano de Deus para nossa salvação e com quem era nossa luta naquele tempo?
Mortos, sem Deus e em densas trevas: Ef. 2:1-3; 4:17 e 18; Cl. 2:13; 3:6 e 7. Sem o sacerdócio, o culto e as promessas: Rm. 9:4 e 5; 11:17; Ef. 2:11 e 12.

2. De escravos de satanás e do pecado, que importante mudança já é real em nossa vida de cristãos?
Vivemos na Família de Deus e temos direito em Cristo das mesmas promessas feitas aos israelitas: Cl. 2:12; 3:1-3; Ef. 2:13 e 20; I Jo. 3:2; Gl.3:27-29.

3. Que importante posição ocupamos na condição de povo de Deus? Espiritualmente existe diferença entre um justo e um incrédulo ou ímpio?
Estamos em um nível superior, em lugares celestiais (Ef. 2:5 e 6; 1:3). Já não temos mais lutas contra o homem, a carne e o sangue, mas sim contra as potestades espirituais (Ef. 6:12). Este é o sentido de estarmos já em lugares celestiais, conhecendo e vivendo no Reino da Graça e enfrentando inimigos mais poderosos.

4. Que importância especial tem para nós a passagem de Hebreus 12:22?
A Bíblia cronológica de estudos da Editora Vida data a origem do livro de Hebreus em 64 d.C. Isto significa que já naquela época o povo de Deus tinha chegado ao monte Sião, à Jerusalém celestial. Como? Já somos remidos, buscamos as coisas do alto, vivemos no Reino Espiritual da graça e somos um povo sacerdotal de Deus, que ocupa um lugar de grande autoridade sobre os poderes espirituais da maldade.

5. Faz diferença se estamos ou não ligados e ativos na Igreja de Deus?
É evidente que sim. Como podemos verdadeiramente fazer parte da Família de Deus se não vivermos juntos e em plena comunhão uns com os outros? I Jo. 1:7. A Igreja é o Corpo, e Jesus, a cabeça (Ef. 1:22 e 23). Quem estiver afastado ou fora da verdadeira Igreja não está com ou em Jesus! E é necessário estarmos nEle, ligados em Seu Corpo e exercendo em conjunto com os santos a tarefa sacerdotal e missionária de anunciar o Evangelho do Reino de Deus (Jo. 15:1-7; Rm. 8:1; II Co. 5:17; At. 2:44-47; I Pe. 2:9 e 10).

6. Estando já na verdadeira fé, é correto dizer que estamos buscando a salvação e que obedecemos aos princípios de fé para sermos salvos?
Nunca devemos nos expressar desta forma. Se já aceitamos a Cristo como nosso Salvador pessoal, fomos batizados e ingressamos na verdadeira Igreja, na verdade já somos salvos! A Palavra de Deus é clara ao dizer: somos salvos (Ef. 2:8 e 9). Somos, e não seremos! Jesus já consumou Sua obra e por Seu sangue somos redimidos. Uma vez salvos, temos que lutar sim, não para ganhar a salvação, pois já a temos, mas para conservá-la. “Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.” (Ap. 3:11) Ver também cap. 2:25.

CONCLUSÃO
Enquanto que muitos estão inseguros ou mesmo já se julgando como povo de Deus e candidatos a uma morada no Céu por alguns anos ou por toda a eternidade, os verdadeiros cristãos, que se identificam com a Palavra, na realidade já estão em lugares celestiais em Cristo Jesus. Nos relacionamos com Deus, somos assistidos por Seus santos anjos e vivemos numa constante batalha, não mais na carne, com os nossos semelhantes, mas com hostes espirituais da maldade. Buscamos as coisas do alto. Somos vencedores contra o príncipe das trevas. Esta é a grande diferença que o mundo não pode conhecer ou entender. Estamos no mundo, mas num nível espiritual jamais sentido pelos que desconhecem a Deus. Não ambicionamos o Céu, porque o Céu não foi feito para o homem. Lá está o Trono de Deus e é a Sede de Seu Governo. A nós, reservou a Terra. É, na verdade, o estrado de Seus pés, mas... haveria lugar melhor que este para nós? A Terra é um grande projeto. Está contaminada, mas será purificada, voltando a ser o que Deus considerou “muito bom” (Gn. 1:31). Obrigado, Senhor, por tão grande presente. E obrigado, Senhor, pela salvação em Cristo, que nos assegura a vida eterna a Teus pés!

BATISMO BÍBLICO

Existem muitos argumentos sobre o batismo das águas. Pontos importantes sempre são abordados, todavia notamos que detalhes que serão aqui abordados, raramente ou nunca são comentados. Antes, vamos analisar alguns aspectos desta importante doutrina:

1. Para que serve o batismo?
a) Lavagem dos pecados: At 22:16
b) Remissão ou perdão dos pecados: Mc. 1:4 e Atos 2:38
c) Simboliza morte, sepultamento e ressurreição: Rm. 6:3-8 e Cl. 3:1-3
d) Integração na Família de Deus e no Corpo de Cristo, a Congregação: At 2:47, At 2:41 e Gl. 3:27-29

2. Que passos devem anteceder ao batismo? Arrependimento e conversão.
a) Reconhecer que é um pecador e que está perdido: Rm. 6:23, Rm 3:23, Rm 5:12 e Is. 55:7
b) Reconhecer que só por meio do sacrifício de Cristo é possível o perdão: Cl 1:14, Ef 1:7, Hb 9:14 e Rm 5:9
c) Arrepender-se e abandonar todos os pecados: At 3:19 e Cl. 3:5-9
d) Sentir a necessidade urgente do batismo: Atos 22:16 e Atos 2:37, 38

3. Quem deve ser batizado?
Somente pessoas realmente convertidas ao verdadeiro Deus. Isto exclui obviamente as crianças recém-nascidas ou mesmo os juvenis que não estão maduros o suficiente para compreender o ato.

4. Onde deve ser feito o batismo?
Sempre que possível em águas correntes. Devemos evitar águas paradas, como tanques, piscinas ou lagos: Jo 3:23, Mc. 1:4, 5 e At 8:38

Em Cristo, não entramos mais em juízo. Aquele que anda em espírito e está morto para o pecado, dele está justificado: Rm. 6:6, 7

Conforme já vimos, a Bíblia diz que a recompensa ou o salário do pecado é a morte; que todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus. Biblicamente, existem duas mortes: A primeira, a física ou natural, como consequência física do pecado e a segunda, a espiritual e definitiva, pelos efeitos espirituais do pecado. Ver Ap. 20:6.

Todos, indistintamente, estão sujeitos às duas mortes. Isto quer dizer que nós também vamos enfrentar a segunda morte? Absolutamente, não! Os que receberam de boa vontade o sacrifício de Cristo como o pagamento do resgate do pecado e que passaram pela morte simbólica do batismo, já morreram, portanto, uma vez. Ou seja, em Cristo já passaram pela morte espiritual. Já não andam mais na carne. E sim, no Espírito! Ver Rm. 8:1. Não há porque entrarmos em juízo pelos nossos pecados, se Jesus já pagou o preço, se foi julgado e morto por nós e nos livrou da condenação. Aqueles que morrem sem aceitar a Jesus como seu substituto e salvador, estes sim, serão objeto do juízo, condenação e segunda morte, pois assumiram a responsabilidade pelos seus pecados. A morte espiritual via batismo em Cristo, eles a rejeitaram!

DETALHES IMPORTANTES

Para muitos, basta serem batizados. Outros há que minimizam o valor do ato ou nem o julgam necessário. Desde que se creia em Jesus, a pessoa já está salva, dizem. O batismo é apenas um complemento religioso para um testemunho público de fé e nada mais. Seria isto mesmo?

De modo algum. Veja que tanto João Batista, bem como Jesus e Seus apóstolos enfatizaram a necessidade do batismo. E note também que este era feito urgente, logo após a conversão. É obvio que o converso deve ter um conhecimento mínimo da Palavra de Deus, que lhe permita discernir o que é pecado, sem o que não há como haver o arrependimento, mas não é por isto que ele deva entrar numa fila ou esperar uma data festiva, para se livrar de seus pecados!

1. A fórmula batismal
Todos, seguramente, conhecem a ordem batismal dada por Jesus aos Seus doze apóstolos. Note que os triteístas, ou seja, os trinitarianos de hoje, adoram mencionar este versículo porque lhes parece um apoio importante ao dogma da trindade. Sabemos que esta doutrina teve sua origem no concílio de Nicéia, no ano 325 e que foi tomando forma em concílios posteriores. A fórmula de Mateus: “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito santo” passou a ter relevante importância, em função do dogma que passou a ser defendido pela igreja romana.

Escritores ligados à história testificam que, no princípio, os apóstolos somente batizavam “em nome de Jesus” e que a “fórmula trinitária” só foi adotada mais tarde. A nota de rodapé da Bíblia de Jerusalém, pg. 1896 diz de Mateus 28:19:
“É possível que, em sua forma precisa, essa fórmula reflita influência do uso litúrgico posteriormente fixado na comunidade primitiva. Sabe-se que o livro dos Atos fala em batizar em nome de Jesus cf. At 1,5 + 2,38. Mais tarde deve ter-se estabelecido a associação do batizado às três pessoas da trindade...”.

Willston Walker, ex-professor de História Eclesiástico na Universidade de Yale, E.U.A., escreveu:
“Entre os primeiros discípulos o batismo era, em geral, feito ‘em o nome de Jesus Cristo’. Não há menção ao batismo em o nome da trindade no Novo Testamento, exceto no mandato atribuído a Cristo em Mateus 28.19. Esse texto é, no entanto, muito antigo. Nele fundamentam-se o Credo dos Apóstolos e o costume registrado no Didaquê e em Justino. Os líderes cristãos do século III continuaram a reconhecer a forma mais antiga e o batismo em nome de Cristo era considerado válido, embora irregular, ao menos em Roma, a partir da época do Bispo Estevão (254-257), com toda a certeza.”. História da Igreja Cristã, Vol. 1, pág. 129 – Editora Aste.

Na verdade, a Palavra de Deus confirma isto. Notemos que os batismos das águas, realizados na igreja apostólica, foram feitos mesmo “em nome do Senhor Jesus Cristo”.
Batismo em nome do Senhor Jesus
a) Judeus que receberam a Jesus - Três mil judeus, no dia de pentecostes: At 2:38, 41
b) Gentios posteriormente convertidos - Cornélio e seus amigos: Atos 10:47, 48
c) Os samaritanos: At 8:16
d) Saulo batizado por Ananias: At 22:16
e) Os discípulos de João Batista: At 19:4 e 5
f) Os coríntios: I Co 1:13 e 6:11
g) Os romanos: Rm. 6:3
h) Os gálatas: Gl. 3:27
i) Os colossenses: Cl. 2:12

Por que os apóstolos invocaram o nome de Jesus no batismo?
Os apóstolos, levados ao Monte das Oliveiras após a ressurreição do Mestre, receberam instruções e entre estas, a do batismo. Poucos dias depois, receberam o revestimento do espírito santo. Cheios do poder, começaram a pregar e a batizar. E aí, fizeram o batismo em nome de Jesus. Erraram? De modo nenhum! Estavam sendo guiados pelo Espírito santo. Alguém se atreveria em dizer que o Espírito santo os guiou no erro? Os que recusam o batismo em nome de Jesus, rejeitam o Espírito que operou neles.

Vejam outras situações:
a) Orações. Em nome de quem devem ser feitas? Jo 14:13, Jo 14:14 e Jo 15:16
b) Curas, exorcismo: Mc 16:17 e At 16:17, 18
c) Jesus é o único nome para salvação, perdão: At 4:12, At 10:43 e I Jo 2:12
d) Invocado sobre nós: Tg 2:7

Você já viu alguém usar somente a palavra “Filho, ou em nome do Filho” para uma cura ou expelir um demônio? Por que enfatizam e com autoridade o nome “Jesus Cristo”? Ora, se para isto é importante invocar e pronunciar audivelmente o nome “Jesus”, por que não, para cancelar os pecados? Convenha conosco que pronunciar as palavras “Pai, Filho e Espírito santo” nenhum nome foi invocado ou pronunciado! E neste caso, para o fim a que se propõe, valeu este batismo?

Contra o Espírito santo? Alguns “bem-intencionados” dizem que não têm nada a ver com os apóstolos, que eles estão seguindo é Jesus e não aos apóstolos! Outros, mais ousados ainda, dizem que “os apóstolos erraram!”. Na verdade, estas acusações são seríssimas. Os apóstolos não fizeram nada de si mesmos! Eles estavam sendo dirigidos pelo Espírito santo e foram confirmados pelo Senhor Jesus conforme Jo. 14:26, Jo. 16:13 e Lc 10:16

Quem faz tais afirmações, na verdade está se julgando mais espiritual que os santos apóstolos e discordando do Espírito de Deus. Está condenando a Jesus, pois neste caso Jesus escolheu mal seus sucessores. De Jesus nós temos a ordem; dos apóstolos, temos o exemplo, a execução, o modelo!

Pense bem: Em havendo duas fileiras, uma dos apóstolos e dos que foram batizados em nome de Jesus e outra, da igreja romana e de seu batismo trinitária, em qual das duas você quer estar? Ordem é uma coisa e execução é outra! Por exemplo, Jesus nos instruiu a orar ao Pai “em meu nome”. Como você executa isto? Termina uma oração ao pai, dizendo: “tudo eu Te peço em meu nome”? Ou diz, em nome de Jesus? E como expulsa um demônio? Jesus disse: “em meu nome expulsarão demônios...” Você diz “em meu nome” ou em nome de Jesus? Por que só no batismo, você não quer buscar o nome ou julga não ser necessário pronunciá-lo?

Como batizamos? Explicamos ao convertido que o batismo é para perdão dos pecados, que o livrará do juízo e da segunda morte e que para torná-lo-á membro da igreja de Deus e herdeiro juntamente com a família de Deus no reino vindouro. Invocamos a autoridade de Deus, o Pai e a direção de Seu Santo Espírito para o ato e imergimos o convertido totalmente nas águas, em nome do Senhor Jesus Cristo, para remissão de seus pecados. Em seguida, é realizada a imposição de mãos do ministério sobre os batizados para que estes recebam o dom do Espírito santo.

2. Quem te batizou ou vai te batizar?
Se o batismo nos une, nos liga à igreja, o Corpo de Cristo, é importante saber quem vai nos batizar. Sim, por que se esta pessoa foi batizada e ordenada numa determinada religião, é lá que nos seremos ligados. Mesmo que este oficiante não mais esteja lá, mas é lá que tem suas raízes. Esta é uma das causas que a Igreja de Deus não aceita batismo procedente de outras organizações religiosas. Aceitar significa reconhecer tais organizações como legítimas, pois estamos aceitando seus ofícios como válidos diante de Deus! Sinceramente, não somos assim por prepotência ou coisa parecida, mas por sermos sinceros diante de Deus e coerentes com Sua Palavra. A Bíblia ensina um só Deus e um só povo Seu, a igreja de Deus. Também a igreja de Deus só tem uma única cabeça, que Cristo. Se aceito outras organizações religiosas ou reconheço seu trabalho como válido, entendo que deveria imediatamente me unir a elas. Além disto, estarei aprovando as inúmeras divisões religiosas existentes. Somos contra qualquer tipo de divisão religiosa! Isto é incoerência e é contra a Bíblia. Ademais, a grande maioria destas religiões confessa abertamente que teve sua origem na religião papal. Não podemos admitir isto, uma vez que Jesus foi claro que as portas do Hades não prevaleceriam contra Sua igreja e que Ele mesmo estaria com ela e seus remanescentes todos os dias, até a consumação dos séculos.

Você já pensou se o seu batismo não valeu nada? Como vai ficar sua fé? E se você morrer com um só batismo inválido? Se o leitor se preocupa com sua salvação e se orienta pelas Escrituras, o momento é de reavaliar a situação.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

IDENTIFICANDO A VERDADEIRA IGREJA

Não podemos pensar que todas as religiões denominadas cristãs, tem o aval divino e representam a Deus. Vivemos os dias profetizados por Paulo, onde os homens, em nome de Deus, buscam seus interesses pessoais e ensinam doutrinas que agradam ao povo. Indiferentes ao que determina a Palavra de Deus, arrastam muitos após si: “Mas os homens maus e enganadores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados. Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme suas próprias concupiscências. E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fabulas.” (II Tim. 3:13 e 4:3,4)
Muitos destes supostos líderes só querem mesmo formar grupos e construir para si impérios econômicos e pouco se importam para onde estejam conduzindo o povo; manipulam a religião e comercializam a fé: “...entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não perdoarão ao rebanho; e que dentre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.”(Atos 20:29,30).
Por causa destas verdadeiras armadilhas, o leitor tem de se preocupar em encontrar a verdadeira Igreja. Caso já esteja arrolado em alguma denominação, convém examinar bem o seu fundamento, doutrinas e origem. Paulo nos recomenda a examinar tudo e a não nos tornarmos presas dos homens. (I Tess. 5:21; Col. 2:8,18).
João nos orienta a provarmos os espíritos, pois podemos estar andando segundo o espírito do erro: “Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus; porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro.” (I João 4:1,6). Ao negligenciarmos a verdade, Deus permite que sejamos guiados pelo espírito do erro: “ ...porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira.” (II Tess. 2:10,11).

Deus só tem um povo: uma única Igreja

Para muitos esta afirmativa soará como arrogância. Estão querendo dizer que só vocês estão certos e com a verdade?
Não é bem assim, amigo leitor. Queremos tão somente ser coerentes e concordamos com a Palavra de Deus. É a Bíblia que nos afirma existir um única Igreja. Vamos entender primeiramente o que é a Igreja: “ Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a Igreja” A Igreja é o corpo místico de Jesus e Ele é a Sua cabeça: “E Ele é a cabeça do corpo, da igreja...” (Col. 1:24, 18; Efésios 1:22, 23; 4:15, 16).
Dizer que as diversas denominações perfazem uma só igreja é simplesmente ser falacioso. É tentar tapar o sol com a peneira. Ao invés de se unirem, cada vez surgem mais e mais agrupamentos. Não há como isto acontecer, até porque não encontram razão para tal. A Bíblia, no entanto, nos prova que só houve uma única Igreja e que não se admitia divisões naquele corpo: “Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Para que não haja divisão no corpo...” ( I Cor. 12:12,25). “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões... Está Cristo dividido...?” (I Cor. 1:10,13).
Que você pensaria se alguém pregasse a existência de mais de um Jesus? Ou se lhe afirmassem que Cristo está dividido? Absurdo, não! Todavia, ao concordar com a existência de várias denominações cristãs, nada mais estão fazendo do que dividir a Cristo, pois Ele é a cabeça de um só corpo: a Sua Igreja. Como Ele não se divide e é um só, assim ocorre com a Igreja: É uma só e o único Corpo de Cristo! Não é diferente do que dizem os religiosos?
A Igreja é filha de Babilônia?
Em meio a tantas denominações, como distinguir a verdadeira Igreja de Deus? Pela história, sabemos que por volta do quarto século, parte da Igreja apostólica se uniu ao Estado Romano, dando origem ao que hoje conhecemos por catolicismo romano. A outra parte, no entanto, se afastou da sociedade e foi levada por Deus ao deserto, onde seria preservada por Deus pelos três tempos e meio proféticos, ou seja, 1260 anos, para sobreviver à perseguição papal, conforme Daniel 7:21-25; Apoc. 12:6,14-17 e 13:5-7. Aqui destacamos duas mulheres: Uma portadora da fé de Jesus e dos mandamentos de Deus, subsistindo e sendo preservada por Deus e a outra descrita como uma meretriz que se prostituiu com os reis da Terra e perseguiu aos santos do Altíssimo. Esta última, também denominada Babilônia, unida ao império romano, a quarta grande besta, hoje lidera a maior parte dos denominados cristãos e exerce sua influência de forma impressionante. É fácil conhecer uma religião ligada ao paganismo romano ou a grande mãe-Roma. Uma vez identificado e provado o elo de uma denominação com a religião papal, só resta ao leitor ouvir o apelo de Deus e sair imediatamente de Babilônia: “...Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas”.(Apoc.18:4).
A Marca da Besta: Compromisso com Roma!
Uma das maiores preocupações do mundo protestante é conhecer e se livrar da marca da besta e da Nova Era. O número 666 tem sido motivo de muitas especulações. Homens como Napoleão Bonaparte, Hitler, Mussolini e outros, já foram apontados como possíveis anticristos. Os dígitos do CPF, os códigos de barras impressos ou colados nos produtos e até mesmo um grande computador são motivos de muita preocupação. Outros há ainda que esperam uma lei dominical para oprimir os guardadores dos mandamentos. Tudo pura especulação! Na verdade, os sinais ou marcas da besta e os princípios da Nova Era estão aí, implícita ou explicitamente na maioria das denominações.
Sabe-se que as denominações protestantes tiveram sua origem na reforma protestante do século dezesseis. Dificilmente você encontrará uma delas que não tenha um sinal de identificação com a religião e doutrina papal. A religião papal trás as características espirituais do paganismo romano. A besta, mencionada em Apocalipse 13 e 17, representa o Império Romano. As características mencionadas no capítulo treze resumem as semelhanças das quatro bestas mencionadas em Daniel sete. O papado e sua religião é a imagem da besta. É também a mulher que montou e subjulgou Roma pagã. Tornou-se assim um grande poder político-religioso que exerceu e exerce até hoje fascínio sobre os governantes do planeta. Não é apenas uma religião; é um Estado, denominado Vaticano, com governo e organização de um Estado.
Este fascinante império político-religioso absorveu o que pôde do paganismo, das bestas anteriores. Muitos de seus ensinos tem tudo a ver com as trevas do paganismo e outros foram criados em sua tremenda era de apostasia. Entre os principais ensinos aceitos pelos protestantes, podemos enumerar alguns que os identificam com o papismo, a saber:

• Imortalidade da Alma (Em Cristo temos vida eterna).
• Morada no Céu. (Não tem apoio bíblico).
• Batismo Infantil, por aspersão e trinitariano.
• Domingo (1º dia da semana) como dia santificado.
• Celebração do Natal em 25 de dezembro.
• Trindade e triteísmo (Três pessoas em um só Deus).
• Uso de cruzes nos templos.

Definido que a mulher montada sobre a besta é a religião papal e que seu líder (ou sucessão de líderes) é o anticristo (este preenche as condições que o identificam com o número 666), podemos concluir que, possuir as doutrinas desta religião é possuir sua marca ou sinal. Religiões e pessoas compromissadas com os ensinos acima, infelizmente, ainda estão ligadas em Babilônia e com a tão temível marca. Romper com Babilônia e sair dela é romper com seus credos! Como você pode dizer que não está mais nela, se ainda crê e pratica suas heresias e ensinos herdados do paganismo babilônico, egípcio, grego e romano? Não basta simplesmente deixar de frequentá-la!

Encontrando e conhecendo a Igreja de Deus!

Pelas informações aqui apresentadas, você já tem em mãos dados suficientes para conhecer os movimentos que não são verdadeiros. Suas características doutrinárias, comparadas com a religião papal, lhe permitirão reconhecer a origem e parentesco com a mãe-Roma. Se alguma religião se diz ser primitiva, terá que explicar porque advoga princípios próprios da doutrina papal.
A Igreja verdadeira não detém estes princípios ou vínculos e possui uma doutrina que a identifica com a Palavra de Deus. Ademais, ela possui a genuína mensagem de Evangelho do Reino e combina com a fé dos apóstolos e profetas bíblicos. Ela é ousada na pregação da verdade e por isso é visada e perseguida. Não teme em expor sua mensagem e seus membros são entusiastas, pois conhecem o fundamento que defendem. A Igreja de Deus cumpre até hoje a ordem que Jesus lhe deu. Testemunha, a partir de Jerusalém, o Evangelho do Reino e a implantação do Reinado Milenar Messiânico na Terra, com a vinda e entronização de Jesus no Seu trono em Jerusalém. Assim ensinaram os santos profetas. A Igreja não mantém vínculos com a religião papal; passou pela era negra e chegou com a mensagem original aos nossos dias. As portas do Hades não prevaleceram contra ela!
Profecias bíblicas nas Igrejas de Deus:
1. Reino Milenar Messiânico: Período literal de mil anos que terá início na segunda vinda de Jesus, o Messias. Jesus ocupará em Jerusalém, o trono de Davi e governará e Terra com os santos, na condição de reis e sacerdotes. (Apoc. 20:1-6; 5:9,10;2:26,27; 3:21). Não existe milênio no Céu e Terra Vazia!
2. Recompensa dos santos: Os mortos ressurgirão em corpos incorruptíveis e os vivos serão transformados. Serão reunidos pelos anjos num encontro com Cristo nas nuvens (arrebatamento) e participarão de Seu reino. (I Tess. 4:16; Mat. 24:31).
3. Armagedom: Juízo de Deus sobre reis e nações. Haverá grande destruição, não do planeta, mas das obras existentes na Terra, e poucos homens sobreviverão. Estes receberão a Palavra por meio do ministério dos judeus e servirão ao Senhor; não serão mais ímpios e obedecerão a Deus. (Apoc.16:14-16).
4. Destruição dos inimigos de Deus: Com reis e súditos destruídos (Salvo o restante de Israel e os poucos sobreviventes das nações), a besta e o falso profeta lançados no Lago de Fogo e satanás e suas hostes aprisionados no abismo, o Senhor começará o período de restauração de todas as coisas. No fim do Milênio todos os inimigos estarão extintos e estaremos na Terra, totalmente renovada. Satanás será preso para que não engane o restante das nações sobreviventes e seus descendentes durante o milênio. (Apoc. 19:18-21; 20:1-3, Isaías 24:6 e I Cor. 15:24-28)
5. Restauração de Israel: Endurecido temporariamente, até que se alcance a plenitude dos gentios, esta nação, nos seus remanescentes, se converterá e receberá a Jesus como o Messias prometido. Exercerá um poderoso trabalho missionário no Milênio, levando o restante das nações a Deus, cumprindo finalmente os desígnios divinos, para o que foi criada em Abraão. (Rom. 11:25-27; Zac. 12:10; 8:21-23).
6. Os 144 mil: Foram já selados dentro da Igreja primitiva, consistindo somente de israelitas naturais, não envolvidos com religiões pagãs. Povos de todas as nações e línguas foram incorporados à nova Comunidade de Israel, a Igreja, dando origem à grande multidão. Cornélio foi o primeiro gentio desta grande multidão a ingressar na Igreja de Deus. (Apoc.7:1-9; 14:1-5).
7. Morte de Jesus na quarta-feira: Jesus morreu numa quarta-feira e foi sepultado no pôr-do-sol. Esteve no sepulcro três dias e três noites (72 horas), conforme o sinal de Jonas, ressuscitando no final do Sábado. (Mateus12:40; 28:1).
8. Nova Terra: No fim dos mil anos, satanás sairá a seduzir os habitantes da terra, mas será destruído ao cercar a cidade de Jerusalém terrena, onde Cristo está assentado como Rei. Teremos ainda a segunda ressurreição, a dos ímpios, que serão julgados e destruídos. O último inimigo, a morte, será aniquilada. Não havendo mais inimigos a Terra estará totalmente renovada: Novo Céu e Nova Terra. Descerá então dos céus a Nova Jerusalém, com as moradas prometidas. (Apoc. 20:7-15; 21:1-5; João 14:2).
Algumas doutrinas das Igrejas de Deus:
1. As Escrituras Sagradas: Única norma de fé e prática, sob a direção do Espírito Santo. (Mat. 22:29; I Cor. 4:6; João 16:13).
2. Arrependimento e conversão: Passos essenciais da salvação em Cristo e o perdão ou remissão dos pecados. (Atos 2:38; 3:19).
3. Justificação pela Fé: A salvação é um dom gratuito de Deus, mediante o sacrifício único de Seu Filho Jesus. As obras de obediência representam o fruto de nossa salvação. (Rom.3:24).
4. Batismo para Remissão de Pecados: Por imersão, em nome do Senhor Jesus Cristo. Nos torna participantes da Família de Deus e membros de Seu corpo, a Igreja. (Atos 2:37, 38).
5. Divindade: Deus, o Pai, é o único Deus e Jesus é Seu Filho e nosso Mediador. O Espírito Santo é o próprio Deus em poder e não uma terceira pessoa de uma suposta trindade. (João 17:3; Mateus 16:16, 17; Lucas 1:32, 35; I João 5:5).
6. Dons Espirituais: Todo crente legítimo, que não anda na carne, tem o Espírito Santo, pois é o templo de Deus. Os dons são cridos na Igreja, mas sua prática e manifestação é conforme a vontade de Deus. Tem o Espírito quem obedece a Deus. Após o batismo das águas é concedido o dom (Atos 2:38; 5:32).
7. Abstinência de Carnes Imundas: É permitido o alimento cárneo, desde que se observe as leis divinas que proíbem o imundo. (Isaías 66:17; Ezeq. 44:23; Lev.11; Deut.14; Atos 10:14).
8. Porte da Mulher e do Varão. Mulher: As vestes devem ser decentes (não decotadas e curtas e com proteção para tecidos de certa transparência). Não é permitido trajes masculinos e uso de pinturas: esmaltes, batom, etc. Os cabelos devem ser crescidos e não devem ser trançados ou encrespados artificialmente. Cortes para reduzir volume ou franjinhas também são reprováveis. (I Tim. 2:9; I Ped. 3:3-5; Deut. 22:5; I Cor. 11:15). Os varões não devem andar de shorts, bermudas ou sem camisa.
9. Uso do Véu: Como sinal de submissão e reverência a mulher deve, durante os serviços de culto, usar o véu. Este é confeccionado de tecido não transparente. Coberta com o véu, a mulher não desonra sua cabeça, o homem, e respeita a hierarquia e a submissão, ao profetizar ou cultuar a Deus. (I Cor. 11:1-16).
10. Orações: Sempre que possível, de joelhos. No templo, de frente para o púlpito, uma pessoa ora, com mãos levantadas e o povo acompanha, confirmando e glorificando em voz baixa.
11. Lava-pés/Ceia do Senhor: Celebrados anualmente, à noitinha, no início do dia catorze do mês de Nisã ou Abib. (João 13; I Cor. 11:23). A Ceia é com pão asmo e vinho puro.
12. Saudação Bíblica: Com a Paz (Paz seja contigo; Paz seja convosco; Paz seja nesta casa - Resposta “Amém”). O Ósculo Santo é praticado em ocasiões especiais (Despedidas, batismo, Ceia do Senhor) e não rotineiramente como costume. (Luc. 10:5,6; 24:36; III João 15; Rom. 16:16; I Cor. 16:20; II Cor. 13:12).
13. Estado dos Mortos: O homem é totalmente mortal: Na morte, este dorme. Entra num estado de plena inconsciência e só despertará na 1º ou 2º ressurreição. (Salmo 146:4; II Cor. 15:51-54; João 5:28, Apoc. 20:5, 6). Só em Cristo temos a imortalidade!
14. Finanças da Igreja: A Obra de Deus é mantida por dízimos; ofertas alçadas e voluntárias e todos os membros participam. (Mal. 3:7-14; Mat. 23:23; Heb. 5:10).
15. Dias e Festividades Pagãs: Natal, Semana Santa, Domingo, Páscoa, Quaresma, Finados, etc. Não compartilhamos com o paganismo e as religiões, observando estas suas comemorações e dias de festas. Jesus não nasceu em dezembro!
16. A Lei de Deus e o Sábado: O povo do Deus Criador guarda os Seus mandamentos e tem o Seu sinal: o Sábado. O dia do Senhor, é observado de pôr a pôr do sol e de uma à outra tarde. (Êxodo 20:1-17; Ezeq. 20:12,20; Lucas 23:54-56).

A MARCA DA BESTA

A MARCA DA BESTA

Antes de conhecermos o que verdadeiramente vem a ser a marca da besta, é mister que saibamos primeiramente o que é a besta. Quando seria o tempo que ninguém podia comprar nem vender. O profeta Daniel (7:1-28) teve uma revelação que marca a história mundial desde 606 a.C. Ele viu quatro bestas ou animais e seu significado, a saber: Quatro grandes reinos ou impérios. O primeiro, representado pelo Leão, era o império babilônico (606 – 538 a.C.). O segundo, um urso com três costelas entre os dentes, representando o império seguinte: o medo-persa (538 – 331 a.C.). O terceiro animal visto foi um leopardo de quatro cabeças e quatro asas, representou o império grego, estabelecido por Alexandre, o grande e seus quatro generais sucessores: Cassandro, Lisímaco, Ptolomeu e Seleuco (331 – 168 a.C.). O quarto e último império foi representado pelo fortíssimo animal terrível: o império romano (168 a.C. – 476 d.C.).

Note algumas características deste quarto animal:
1) Saiu do mar
2) Tinha dez chifres
3) Tinha boca e falava com arrogância
4) Perseguiria os santos do Altíssimo por três tempos e meio (1260 dias proféticos ou ainda 1260 anos)

Comparemos esta quarta besta com a mencionada em Apocalipse 13:
1) Saiu do mar
2) Tinha dez chifres
3) Tinha boca e falava com arrogância
4) Perseguiria os santos do Altíssimo por quarenta e dois meses (1260 dias proféticos ou ainda 1260 anos)
5) Apresenta semelhanças com os quatro animais de Daniel : Somando-se as cabeças das bestas de Daniel temos um total de sete e com os mesmos dez chifres.

Esta besta é, portanto, o império romano pagão, trazendo em si toda a idolatria e as doutrinas pagãs dos império que o antecederam. Mais tarde, no início do IV século, se deu a suposta conversão do imperador romano Constantino e a união da "igreja" com o Estado. Em 321 Constantino decretou a lei a favor da guarda do domingo, o primeiro dia da semana. Este dia já era observado pelos pagãos, como o dia do sol. A Igreja apostatada, passou a ter poderes políticos e a dividir assuntos espirituais com o imperador. Em 325 aprovou o questionável dogma da trindade. Mais tarde veio a comemoração do natal, em 25 de dezembro, como que sendo uma festa em honra ao nascimento de Jesus. Na verdade, também á era uma data honrada em Roma, pois comemorava o nascimento do deus-sol invicto. Aí se explica também a razão da religião papal apresentar inúmeros "santos" mediadores e protetores, pois era costume pagão se ter um deus para cada coisa e situação. Como a igreja papal se assemelhou em muito ao império romano, até mesmo na prática das atrocidades contra seus opositores, tornou-se a imagem ou semelhança da besta. Foi ela quem perseguiu aos santos do Altíssimo por 42 meses, 1260 dias proféticos ou anos, fazendo com que a Igreja de Deus tivesse que se refugiar no deserto. Neste tempo os santos não podiam se relacionar com o mundo; não podiam comprar nem vender. O papado representa o anticristo. Sua tirania se fortaleceu e de 538 a 1798 A.D., oprimiu ao povo de Deus. É a chamada era negra. Apocalipse 12 nos fala deste tempo de perseguição e da proteção espetacular que Deus deu à Sua Igreja.

Dentre os ensinos que identifica a religião papal com o paganismo da besta romana, destacamos:
1) A guarda do domingo
2) A celebração do natal em 25 de dezembro
3) A imortalidade da alma
4) A morada no Céu
5) O dogma da trindade, negando a humanidade de Jesus
6) O uso de cruzes nas igrejas
7) Batismo infantil; por aspersão; na trindade.

Assim que, a marca da besta significa qualquer doutrina que teve origem no paganismo ou na religião do anticristo. Muitos negam que o papado seja o anticristo, mas os reformadores foram categóricos ao denunciar o bispo de Roma como o tal. Não fosse Margareth Mc Donald e o movimento avivalista de 1820, muitos não estariam hoje defendendo uma futura vinda do anticristo e um estágio de sete anos no Céu. Outros vivem especulando, achando que o tempo de não comprar nem vender ainda virá; que virá uma "lei dominical"; e ou que o código de barras dos produtos comerciais, o CPF e certas personalidades atuais sejam o anticristo e a besta. Nada disso. Liberte-se dos ensinos de Roma e creia somente nas Escrituras!