sexta-feira, 15 de janeiro de 2016


                                   

                                           O ESPÍRITO SANTO.
       


               
 O Espírito Santo (Ruwah Hokadosh ) no hebraico, biblicamente falando, é o poder de Deus que na antiga aliança, se manifestava na vida dos profetas, reis e juízes com o objetivo de guiar o povo de Deus e também vencer grandes batalhas. O Espírito Santo era concedido conforme a vontade de Deus com o objetivo de atender a necessidade do povo de Israel. Entretanto, Deus prometeu através do profeta Joel e Isaías, que derramaria o seu Espírito sobre toda a carne (Joel 2:28-30/Isaías 44:3,4), independente de raça , sexo, ou idade e através dos seu Espírito os homens manifestariam dons. Em todas as passagens bíblicas vemos a atuação do Espírito Santo como o poder de Deus, nunca como uma terceira pessoa ou um Deus. Foi o Espírito santo de Deus que fez com que os homens falassem línguas diferentes na torre de babel, para que os homens se espalhassem sobre a terra e o mesmo Espírito que fez com que homens de cada nação diferente entendessem na sua própria língua o que os apóstolos falavam na língua deles (Atos 2:5-8).
         Se o Espírito Santo fosse uma pessoa, Estevão ao ser apedrejado, o teria visto junto com Jesus e pai no céu (Atos7:56) e também na nova Jerusalém haveria um terceiro trono, junto com Deus e o cordeiro. Uma pessoa não é derramada sobre a outra, mas o Espírito Santo foi derramado sobre as pessoas em pentecostes. Se a Bíblia é realmente a nossa única regra de fé e
Prática,não há dúvidas alguma de que o Espírito Santo é o poder de Deus, como está escrito em Lucas 24:49:  “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.”
Temos aqui a palavra de Deus e o ensino das religiões. Em qual você prefere acreditar?

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

AS SETENTA SEMANASDaniel 9
22 Ele me instruiu, e falou comigo, dizendo: Daniel, vim agora para fazer-te sábio e entendido.
23 No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, pois és muito amado; considera, pois, a palavra e entende a visão.
24 Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo.
25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos.
26 E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações.
27 E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador.

Segundo Daniel, sete semanas, e sessenta e duas semanas estão determinadas a partir da saída da ordem para restaurar e edificar a Jerusalém. Completadas as 69 semanas, então o Messias é tirado, fazendo assim cessar o sistema de expiação por sangue de animais.

Daniel falou de um período de setenta semanas que determinariam a vinda do Messias. Este tempo mede 490 anos; teria início do ano 457 AC e não poderia ser aumentado. São 70 semanas seqüenciais; ininterruptas. Abrir um parêntesis entre a 69ª e a 70ª é uma manipulação da profecia para ajustá-la aos anseios do dispensacionalismo (é uma doutrina teológica e escatológica cristã que afirma que a segunda vinda de Jesus Cristo será um acontecimento no mundo físico, envolvendo o arrebatamento e um período de sete anos de tribulação, após o qual ocorrerá a batalha do Armagedon e o estabelecimento do reino de Deus na Terra). Se for permitida esta manobra, o que impede de colocar-se outro intervalo entre a 7ª e a 8ª semana? Um exemplo bem simples: é como afirmarmos que de São Paulo a Curitiba tem 50 Km. Muito simples: seguinte essa teoria você roda 45 Km e desliga o velocímetro e ao se aproximar de Curitiba, o liga novamente e aí totalizará os 50 km. No esquema abaixo, as setenta semanas estão dispostas na maneira correta:




FATOS PREVISTOS PELA PROFECIA1) Jerusalém seria restaurada: Daniel estava preocupado e orava ao Senhor, entendendo que as assolações de Jerusalém estavam no fim, visto estarem se acabando os 70 anos de cativeiro babilônico, previsto por Jeremias (Daniel 9:1-3; Jeremias 25:11,12; 29:10; II Crônicas 36:15-21). Deus havia previsto o cativeiro de Judá sob a opressão de Nabucodonozor. Muitos jovens seriam feitos eunucos para servirem ao rei de Babilônia (II Reis 20:16-18; Daniel 1:6-8). Davi retrata o desânimo do povo (Salmo 137:1-4). Isaías revelou, de modo especial, o nome do homem que iria remover o cativeiro de Judá (150 anos antes de seu nascimento - Isaías 44:24,28; 45:1-4) e promover a reconstrução de Jerusalém: Ciro (Isaías 45:1-3,13).

2) As ruas e o muro seriam reconstruídos, mas em tempos angustiosos: Esdras nos dá detalhes dos problemas enfrentados para levar avante a reconstrução (Esdras 4, 5 e 6; Neemias 3 e 4). Pedreiros armados, ver Neemias 4:15-18.

3) O Santo dos Santos seria ungido: O Santos dos Santos, parte mais sagrado do templo, era vedado aos sacerdotes. Lá Deus se fazia presente. Somente o sumo sacerdote, uma vez ao ano, após purificação, podia ali se apresentar. Jesus ali penetrou, após um sacrifício pleno e perfeito e definitivo. Ele abriu caminho, rasgando o véu da separação, permitindo que nosso louvor chegasse ao Altíssimo. Jesus ungiu, e purificou com Seu sangue, o Santo dos Santos (Hebreus 9:1-12, 24; 10:19,20; 6:19,20; Mateus 27:51).

4) O Messias seria tirado: Se o Messias seria tirado depois das sessenta e duas semanas só existe uma semana profética em que isto podia ocorrer: a septuagésima. A palavra tirado, prova que o Messias não teria morte natural. Jesus preencheu a profecia (Isaías 53:8).

5) Extinguiria a transgressão: Ao morrer Jesus disse: "Está consumado." (João 19:30). Nenhum sacrifício futuro poderia acabar com a transgressão; ela acabou no Calvário (Hebreus 9:15; Isaías 53:5).

6) Daria fim aos pecados: Quem é o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo (João 1:29; I João 3:5)? Jesus veio para salvar o Seu povo de seus pecados (Mateus 1:21; Hebreus 9:26). Sacrifícios de animais não podiam tirar pecados, mas Ele ofereceu um sacrifício para sempre (Hebreus 10:4-17). Levou sobre si nossos pecados (I Pedro 2:24; Isaías 53:6).Todos: passado, presente ou futuros, foram tirados na cruz.

7) Expiar a iniquidade: Jesus, nosso Sumo sacerdote, por Sua morte expiou os nossos pecados, nos reconciliando com Deus (Hebreus 2:17; Colossences 1:20; Tito 2:14).

8) Trazer a justiça eterna: Jesus veio para cumprir toda a justiça, é nossa justiça e por Seu sangue nos justificou com uma eterna redenção (Mateus 3:15: Romanos 5:17-21; I Cor. 1:30; I Ped. 2:24; Rom. 3:21-26; Hebreus 9:12).

9) Selar a visão e a profecia: Selar no caso diz respeito a confirmar a veracidade do profeta e da profecia (I Reis 21:8; Jeremias 32:10; João 6:27). Jesus selou a profecia, cumprindo o que nela estava escrito (Atos 3:18; João 5:39; Lucas 24:44).

10) Firmar um concerto: Jesus pelo Seu sangue estabeleceu um concerto ou pacto eterno, o novo testamento, sendo Ele nosso Mediador (Mateus 27:28; Hebreus 9:14,15; Romanos 15:8-12; Hebreus 12:24; 13:20)

11) Cessar o sacrifício e a oferta de manjares: Os sacrifícios do antigo pacto eram meramente um tipo do sacrifício final de Cristo. Após o Calvário, não resta mais sacrifícios pelos pecados (Hebreus 9:28; 10:10, 18). Embora os judeus os seguissem fazendo, nenhum valor mais tinham perante Deus. Jesus cumpriu literalmente esta palavra, morrendo numa quarta-feira e após 3,5 anos de ministério. Metade da semana de dias e de anos. O tempo da morte de Jesus estava determinado (João 7:6, 30; 17:1; Mat. 26:18, 45). Ao iniciar Seu ministério, Jesus determinou que se pregasse somente aos de Israel; o convênio era com o povo de Daniel. (João 1:31; Mateus 15:24; 10:5,6) . Mesmo após a morte e ascensão do Senhor o Evangelho ainda seguiu, por algum tempo, sendo pregado somente a Israel. Era mister se cumprir os 3,5 anos restantes e concluir-se a septuagésima semana. Após o martírio de Estevão, os cristãos se dispersaram de Jerusalém e em Cornélio encerrou o ministério exclusivo da pregação aos judeus (Atos 8:4; 11:18, 19; 13:46-48).

12) Destruição de Jerusalém e do templo: Depois de tirado o Messias Jesus, o povo de um príncipe viria para destruir Jerusalém e o santuário. Que povo e que príncipe é este e quando viriam? No ano 70 AD os exércitos romanos, sob o comando de Tito invadiram, destruíram e tomaram Jerusalém e o templo. Israel foi espalhado e só se reorganizou como nação em 1948. O concerto com o povo de Daniel foi feito por Cristo e Ele na metade da septuagésima semana, após 3,5 anos de ministério, cessou o antigo pacto, cumprindo todos os itens desta profecia. Messias, o Príncipe e o outro príncipe: O príncipe que haveria de vir com seu povo não é o mesmo Jesus. O Mestre mesmo falou da invasão e assolações causadas pelos gentios e da fuga dos judeus (Lucas 21:20-24; Mateus 24:15-20). A profecia de Daniel não fala de nenhum anticristo. Jogar a última semana para o futuro é abrir um rombo na seqüência dos 490 anos e tentar impor uma doutrina só conhecida a partir do princípio do século XIX.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016




                                         BLOG DA IGREJA DE DEUS.




            Este  blog tem como objetivo de levar as pessoas o conhecimento do Santo e verdadeiro evangelho pregado pelo Senhor Jesus Cristo/Yeshua Machia e seus discípulos. Um evangelho puro,santo,verdadeiro,incontaminado pelas doutrinas pagãs que alicerçam as  religiões,doutrinas enfermas criadas pelo homem com o objetivo de levar o maior número de  pessoas a condenação eterna.  O Senhor Jesus foi bem claro ao afirmar:"Se alguém quiser fazer a vontade dele,examinará      a doutrina,se ela é de Deus ou se eu falo por mim mesmo."(João 7:17)  As religiões estão totalmente envolvidas com as falsas doutrinas,ensinado as pessoas aquilo  que é desagradável a Deus e agradável a carne.Comercializam o evangelho,amam o dinheiro,  amam a mentira e tentam justificá-las pelas suas próprias tradições e não pela palavra de Deus.  Ao acompanhar o nosso blog você verá quais são essas doutrinas,podendo fazer um exame  aprofundado sobre elas e discernir a verdade das heresias pregadas pelas religiões.Cada vez mais as pessoas conhecem cada vez menos o evangelho,e o pouco que conhecem é um evangelho deturpado,cheio de interesses humanos.Como podem todas essas denominações serem de Deus,se os seus ensinos não são?
Não estamos aqui com o objetivo de te bajular para te conquistar,mas sim te convidar a fazer um exame dos ensinamentos do Senhor Jesus para você ver se tem a ver com os ensinamentos dos nossos dias.A nossa missão é levar o evangelho a toda criatura,e preparar essa geração para a volta do Senhor Jesus que se aproxima.Se você está cansado das religiões que só sabem pedir dinheiro  e fazer promessas,shows,que não estudam as escrituras mas te incentivam ao erro,teremos o maior prazer em te receber.Faça-nos uma visita.Ao examinar as escrituras verdadeiramente você descobrirá coisas novas que te esconderam durante todo esse tempo,as Boas Novas de Deus.

  "Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes."(Jeremias 33:3)

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

ESPÍRITOS EM PRISÃO / EVANGELHO PREGADO AOS MORTOS

Existem duas passagens na primeira carta de Pedro que tem sido muito mal interpretadas pelos cristãos. A primeira fala que Cristo pregou aos espíritos em prisão, a segunda que o evangelho foi pregado aos mortos. Eis as passagens: “No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão;” (1 Pedro 3:19). “Porque por isto foi pregado o evangelho também aos mortos, para que, na verdade, fossem julgados segundo os homens na carne, mas vivessem segundo Deus em espírito;” (1 Pedro 4:6).
Tanto uma como a outra estão no mesmo contexto, assim ao entendermos o contexto, entenderemos o sentido destas afirmações. Não há segredos. Uma leitura atenciosa é suficiente. Mas isto não é possível ser feito aqui, por isso, vou apenas dar as poucas e suficientes indicações.
Esta carta de Pedro foi dirigida aos irmãos que estavam dispersos pelo mundo, algumas congregações na Capadócia, Galácia, Bitínia, Ponto e Ásia. Toda a carta é dominada pela ideia de que estes irmãos passavam por grandes lutas e sofrimentos no mundo. Pedro os exorta a se espelharem nos sofrimentos de Cristo. Leia a carta e enumere quantas vezes aparecem palavras ligadas ao verbo sofrer e você se certificará disso.
O sofrimento é fruto da opressão daqueles que detém o poder. No intuito de ensinar os irmãos a evitar o sofrimento, Pedro aconselha que os mesmos sejam submissos às autoridades políticas, aos patrões, as mulheres aos maridos, os jovens aos mais velhos e os irmãos aos irmãos. Sua exortação vai além, e pede que os irmãos abençoem ao invés de maldizerem (cap. 3:8-12), pois é melhor sofrer praticando o bem do que praticando o mal (v. 17). Para afirmar sua ideia, o Apóstolo Pedro, cita o exemplo de Cristo, ele diz no verso 18: “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito”. Se Cristo padeceu, devemos nós também padecer. Porém, este texto não se refere somente à morte de Jesus na cruz, mas também, e mais especificamente, sobre sua morte para as coisas carnais. Uma rápida avaliação do contexto nos fará entender isso. Vejamos o que diz o texto do verso 18 até o 22 do capítulo 3.
Além de morrer fisicamente na cruz, Cristo morreu espiritualmente para o mundo. Isto se deu em sua vida terrena com e depois de seu batismo, não depois de sua ressurreição. Durante a vida terrena, Jesus nunca pecou, portanto não precisava de perdão, evidentemente, não precisa ser batizado, mas foi. O seu batismo marcou a seu compromisso de servir a Deus em espírito. Ele estava morto na carne mas vivo no espírito, da mesma forma que devemos ser depois que nós nos batizamos. Foi neste espirito, mortificado na carne e vivificado no espírito que Ele pregou aos espíritos em prisão. Estes espíritos eram os homens presos no pecado que viviam na época de Jesus (publicanos, prostitutas etc), que antes de ouvir a mensagem de Jesus, eram desobedientes. Todavia, Deus era paciente com estes pecadores. Para exemplificar esta paciência de Deus, Pedro cita a história do dilúvio. Veja que a história do dilúvio é usada como exemplo da paciência de Deus, não como uma realidade de Jesus pregando em espírito aos homens pré-diluvianos. No tempo do dilúvio, Deus foi extremamente paciente com aqueles homens enquanto Noé construia a arca. Foram 120 anos de paciência (haja paciência!), mas mesmo assim, apenas oito almas se salvaram. O fato é que esta passagem não fala, como muitos pensam, que Jesus estava lá no tempo de Noé pregando em espíritito, ou que depois da sua ressureição pregou aos espíritos em prisão. A pregação de Jesus aos espíritos em prisão foi durante seu ministério terreno, período entre seu batismo e sua morte na cruz. Vejamos Isaías 61:1 para comprovar: “O espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos”.
Pedro ainda compara a salvação daquelas oito almas pela água com a nossa salvação pelo batismo, mesmo que, segundo suas palavras, o batismo não serve para tirar a sujeira do corpo, mas para firmar nossa consciência para com Deus em virtude da ressurreição de Cristo, que está nos céus à direita de Deus, sendo-Lhe submisso todo tipo de autoridade. Então, se Jesus está no céu com toda autoridade e poder diante de Deus e nós fizemos o compromisso de mantermos uma boa consciência com Deus pelo ato de nosso batismo, que representa a morte e ressurreição de Cristo, devemos ficar firmes, mesmo diante de todas os  sofrimentos da vida produzidos pelos homens maus. Esta é a recomendação que Pedro expressa nos versos que seguem no capítulo 4, isto é, para lutarmos tenazmente contra o pecado e contra os insultos dos ímpios. Veja os versos de 1 a 4 do capítulo 4.
Por fim, diz: “Contudo, eles terão que prestar contas àquele que está pronto para julgar os vivos e os mortos. Por isso mesmo o evangelho foi pregado também a mortos, para que eles, mesmo julgados no corpo segundo os homens, vivam pelo Espírito segundo Deus”, (1 Pedro 4:5-6). Percebamos que este texto não fala nada de diferente do que foi explicado acima. Ele apenas afirma que os ímpios, que nos insultam e nos fazem sofrer, terão de prestar conta a Deus, pois a eles também foi pregado o evangelho com a finalidade de que julgassem a si mesmos enquanto homens e vivessem segundo a vontade de Deus e escapassem do juízo. Tanto os vivos (santos), como os mortos (ímpios) serão julgados. Nos versos 17 a 19, Pedro fala: “Pois chegou a hora de começar o julgamento pela casa de Deus; e, se começa primeiro conosco, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus? E, "se ao justo é difícil ser salvo, que será do ímpio e pecador?” Por isso mesmo, aqueles que sofrem de acordo com a vontade de Deus devem confiar suas vidas ao seu fiel Criador e praticar o bem”, (1 Pedro 4:17-19). Veja que este julgamento não é futuro, é agora, no tempo presente. Nós, os vivos em Cristo, estamos sendo julgados, também os ímpios, mortos no pecado. De acordo com o texto, não é fácil a nossa salvação, por isso, temos que fazer o bem, a salvação para o ímpio é impossível se não houver arrependimento.
Geralmente, as pessoas têm dificuldade de entender este texto por causa da expressão: “evangelho foi pregado também aos mortos”. Evidentemente, não está falando de mortos literalmente, mas mortos no pecado. Lembremos do que disse Jesus: “Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o reino de Deus” (Lucas 9:60) É fato que quem está morto literalmente não pode sepultar ninguém. São os mortos espirituais, homens no pecado, que Jesus se referiu. O evangelho pregado aos mortos é o evangelho pregado ao pecador.
Vejamos, ainda, mais algumas passagens que nos ajudam a entender o estar morto na concepção que Pedro apresenta aqui.”Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus”, (Romanos 6:10) “Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno”, (Romanos 7:13). “Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? (Romanos 6:16). Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino,” (II Timóteo 4:1). “Se alguém vir pecar seu irmão, pecado que não é para morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que ore”, (1 João 5:16). Todas estas passagens reafirmam o seguinte conceito: O ímpio é um morto no pecado e os justos são mortos para o pecado, ou, também, em outras palavras, os ímpios estão mortos no espírito e os justos vivificados no espírito. Os justos que estão mortos para o pecado, estão vivos para Deus, mas se ele voltar a cometer o pecado do ímpio, morre novamente para Deus, e aí, João pede para nem orar por ele. Só lhe resta a intercessão do advogado. Em oposição a esta ideia do justo vivo no espírito é que Pedro apresenta os mortos. Sendo assim, o evangelho foi pregado aos mortos.
Em suma, esta carta de Pedro foi dirigida àqueles irmãos que sofriam no mundo pagão. Pedro os exorta a não confrontar os ímpios para não sofrerem ainda mais. É melhor obedecer às autoridades e a vida irá bem. Toma como exemplo, Cristo, que sofreu a morte física. Porém, o maior exemplo de Cristo é sua mortificação para o pecado. Cristo não pecou, pois sempre teve uma boa consciência para com Deus, assim aqueles irmãos deviam ter, como nós também, é evidente. Jesus, nos dias de sua carne, viveu no espírito e foi nesta condição que pregou aos espíritos em prisão, isto é, ao homem pecador, morto espiritual, mas vivo na carne como homem natural. A pregação de Cristo não foi lá no tempo do dilúvio, como muitos pensam, mas durante o seu ministério terreno, logo após o seu batismo. Com estes espíritos em prisão do tempo de Jesus, isto é pecadores, e também com todos os outros pecadores nas demais épocas, Deus teve muita paciência. Pedro demonstra esta paciência divina, citando como exemplo os 120 anos de pregação de Noé, enquanto construía a arca. A paciência de Deus se esgotou e apenas oito almas foram salvas. Portanto, Pedro não está dizendo que Jesus esteve lá no tempo do dilúvio pregando. O dilúvio foi usado como exemplo da paciência de Deus. Por fim, o juízo de Deus acontece em todo tempo, e poucas pessoas serão salvas, por isso, os cristãos devem ficar firmes no combate ao pecado, perseverando na prática do bem, conforme nosso compromisso no ato do batismo. Os ímpios perecerão, pois são julgados pelo mesmo juízo que já começou na casa de Deus. A dificuldade que as pessoas tem para entender estas passagens se concentra na incompreensão do termo “morto”, que nem sempre se refere à morte física, mas espiritual, como está esclarecido acima. Inclusive, a partir desta compreensão, também fica fácil entender o “pecado para morte”, que fala o apóstolo João. Assim, com uma leitura atenta de toda a carta de Pedro e com a ajuda do conceito correto aplicado ao termo "morto", nestas passagens, nossas dúvidas sobre o pregar aos “espíritos em prisão” e aos “mortos” são dissipadas.

Paz a todos,

Edy Brilhador (Igreja de Deus Maringá - PR)

sábado, 2 de janeiro de 2016

O CRISTÃO E A PENA DE MORTE

https://www.youtube.com/watch?v=THm7JbxFp4o
01 DE JANEIRO COMEMORAÇÃO AO dEUS JANO
 
Jano (em latim Janus) foi um deus romano que deu origem ao nome do mês de Janeiro. Era o porteiro celestial, sendo representado com duas cabeças, representando os términos e os começos, o passado e o futuro. De fato, era o responsável por abrir as portas para o ano que se iniciava, e toda porta se volta para dois lados diferentes
ANO NOVO é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo réveiller, que em português significa "despertar".
A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces - uma voltada para frente e a outra para trás.